sexta-feira, outubro 28, 2005

Há quem morra sem dar por isso

Não é preciso ser particularmente sagaz para perceber que as eleições de Janeiro próximo são a mais interessante batalha política desde 1986. Esse grande recontro que dividiu o país ao meio, dando então uma 2ª volta a vitória a Soares por menos de 2.5%, depois de na 1ª os seus votos somados aos de Zenha mal chegarem para cobrir o score de Freitas, parecia não mais poder repetir-se. Mentira. Em Janeiro, para o bem e para o mal, um país muito diferente daquele que assistiu numa televisão de 2 canais às noites eleitorais de 86, poderá viver uma eleição presidencial daquelas de deixar os nervos em franja. E qualquer indivíduo que se considere de esquerda e não vá votar, só pode ser da esquerda morta.
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