domingo, março 19, 2006

De algumas paternidades*



O PSD, ao que consta, lá aprovou finalmente as directas internas para a eleição do líder. Pareceu-me ouvir há pouco, num telejornal da SIC-N, Rui Gomes da Silva reivindicando para si uma espécie de paternidade do modelo adoptado pelo partido. Sendo assim, a avaliar pelos jornais de há dois anos, o pai das directas do PSD é um homem que conta no currículo com três anos de fuga a um tribunal por fraude fiscal ou coisa que o valha - os tribunais, coitados, não conseguiram dar com ele durante três anos (três anos!!!!) para o fazerem pagar o que devia - e isto apesar de na altura ter um cargo institucional relevante. Imaginemos o que seria se se tratasse de um comum cidadão - se calhar ainda hoje andava a monte... A adicionar a tamanho feito, registe-se ainda a paternidade do afastamento de Marcelo Rebelo de Sousa da TVI, por ausência de contraditório. Umas directas mereciam mais digna ascendência... estas directas terão vergonha do papá.
*seguindo a sugestão do Renato, hoje é dia de deixar as guerras de lado e falar um pouco de paternidade - daí este post.

2 Comments:

Blogger Tiago Alves said...

Mais do que pelas paternidades, caro Nuno, as ideias valem pelo seu conteúdo.

8:28 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

“A esquerda acusa a direita de não respeitar os costumes e tradições dos outros povos. Penso que a prática indiana do «suttee», ou seja, o hábito entre as viúvas de se imolarem, ou de serem imoladas, na pira funerária dos respectivos maridos, deveria ser restabelecida no nosso país. Assim o Louça e a anã Drago ficariam sexualmente mais contentes.” – Quitéria Barbuda in “O sexo e a Esquerda”, Revista “Espírito”, nº 30, 2006.

www.riapa.pt.to

9:25 da tarde  

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